mesmo tendo sexo lésbico a parte mais queer é quando a mãe da criança "diferente/incontrolável" vê a humanidade no seu filho por cima da carcaça de monstro e deixa essa vida se libertar pra ser o que quiser, mesmo diante de toda uma sociedade à lá Frankestein (1931) sendo contra
add a skeleton here at some point
7 days ago